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Uma luz vermelha de emergência

(Getty)

  • O número de telefone 111 foi designado para o uso dos “serviços nacionais de emergência Covid-19” da África do Sul.
  • As chamadas e SMSes para ele devem ser gratuitas, de acordo com os regulamentos publicados na quarta-feira, pelo menos enquanto durar o estado de desastre da África do Sul.
  • Em alguns outros países esse número é usado para uso médico não urgente, para manter a carga fora dos centros de chamadas no número de emergência 112.
  • Nem as companhias telefônicas nem o regulador de telecomunicações da SA poderiam dizer imediatamente para onde as chamadas para o número serão feitas, ou quando o plano será implementado.
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O número de telefone 111 foi designado para uso pelos “serviços nacionais de emergência Covid-19 da África do Sul”.

Na regulamentação publicada na quarta-feira, a Autoridade Independente de Comunicações da SA (Icasa) “harmonizou e mandatou” esse número para uso durante a crise do coronavírus, usando seu poder para designar números de telefone especiais, como o 112 para emergências.

As chamadas e SMSes para esse número serão gratuitas, Icasa decretou.

Em termos do regulamento, o número de atalho será colocado em uso por três meses após o fim do estado nacional de desastre da África do Sul.

A África do Sul não tem um serviço de emergência formal Covid-19, mas o Instituto Nacional de Doenças Transmissíveis (NICD) opera um número especial de ligação gratuita para lidar com questões, especialmente daqueles que acreditam que podem ter Covid-19, no 0800 029 999.

A África do Sul também tem uma plataforma WhatsApp para informações e conselhos sobre o Covid-19, que é acedida enviando “olá” para 060 012 3456.

As companhias telefónicas e a própria Icasa não estavam imediatamente disponíveis para falar quando o número 111 estaria activo como uma linha directa Covid-19, ou exactamente onde as chamadas e SMS seriam encaminhadas.

alguns países utilizam o número 111 para aconselhamento médico que não é urgente, de forma a retirar algum peso dos centros de chamadas de emergência, como o 112 da África do Sul.

No Reino Unido o Serviço Nacional de Saúde comercializa o número 111 como sendo para chamadas “menos urgentes”, para serem usadas quando necessitando de ajuda ou aconselhamento médico, como o encaminhamento para uma unidade hospitalar de emergência. Quando introduzido pela primeira vez, em 2013, foi criticado por tempos de espera ocasionais longos.

Na Nova Zelândia, pelo contrário, o 111 é o número de emergência de longa data, com o número 105 introduzido mais tarde para chegar à polícia por questões não urgentes, a fim de tirar a carga do centro de chamadas 111.

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